A revista na maioria das unidades prisionais do Brasil ainda é realizada de forma vexatória não somente para os visitantes, bem como para o servidor penitenciário. Pessoas tem que ficarem nuas, expor suas partes íntimas, dar pulos, ter seus órgão genitais tocados. Com o mínimo de investimento os governos estaduais e federais poderiam por fim a esta violência e desrespeito aos direitos humanos. Bastava instalar aparelhos de raio-x.
terça-feira, 22 de abril de 2014
Bolsonaro diz: A única coisa que presta no Maranhão é o presídio de Pedrinhas
O Deputado Jair Bolsonaro não foge a sua característica principal e mete o pau no MST, maioridade penal, etc. É a favor da cirurgia de laqueadura para mulheres com idade a partir dos 18 anos. No momento a lei só permite após os 25 anos de idade com uma quantidade de filhos. Fala que não é contra os homossexuais e, sim, contra o incentivo de menores na escola a prática do homossexualismo. Segundo Bolsonaro "a única coisa que presta no Maranhão é o presídio de Pedrinhas. Se você não quer ir parar lá, é só você não roubar, não matar, não roubar, não sequestrar..."
sexta-feira, 11 de abril de 2014
Chefe da maior organização criminosa do Brasil volta para presídio comum
Durou menos de um mês para o maior líder de organização criminosa, o Marcola voltar para cumprir pena num presídio comum. A equipe de advogados do gangster entrou com um pedido de Habeas Corpus sendo deferido pela justiça.
No Brasil quem manda é o poder econômico. Se você tem dinheiro consegue tudo. O preso quando vai para o RDD (Regime disciplinar diferenciado) é porque foi considerado pela administração penitenciária como de alta periculosidade e sua permanência com os demais internos torna-se perigosa para o Estado e para a sociedade.
A justiça coloca por água abaixo todo o trabalho feito pela segurança pública do estado. Estes bandidos riem da cara das autoridades.É uma demonstração de que a criminalidade venceu a guerra contra o poder público.
No Brasil quem manda é o poder econômico. Se você tem dinheiro consegue tudo. O preso quando vai para o RDD (Regime disciplinar diferenciado) é porque foi considerado pela administração penitenciária como de alta periculosidade e sua permanência com os demais internos torna-se perigosa para o Estado e para a sociedade.
A justiça coloca por água abaixo todo o trabalho feito pela segurança pública do estado. Estes bandidos riem da cara das autoridades.É uma demonstração de que a criminalidade venceu a guerra contra o poder público.
segunda-feira, 7 de abril de 2014
Celas especiais para homossexuais
Em alguns estados já e real a criação de alas especiais dentro dos presídios para abrigar os presos homossexuais. Vejo esta iniciativa como uma forma de segregação. Daqui a pouco irão separar negros, brancos, nordestinos, índios. A preocupação do poder público deveria voltar-se para dignificar o ambiente carcerário. As prisões hoje é um local totalmente desumano e violento. Não irá demorar para que estas mesmas pessoas que estão separando o público LGBT irão exigir que os agentes penitenciários que farão a guarda sejam também homossexuais.
quinta-feira, 3 de abril de 2014
Utilização de tornozeleira eletrônica em presidiários é ineficaz
No Brasil copiar sempre foi a tônica. Em alguns estados do Brasil vêm sendo utilizado de forma experimental a tornozeleira eletrônica com o objetivo de monitorar presos em liberdade provisória. A experiência não tem surtido o efeito esperado em virtude do objeto não impedir a prática delituosa. Na verdade não existe um monitoramento efetivo dos detentos que estão enquadrados no programa.
sexta-feira, 28 de março de 2014
Superlotação: Maior problema dos presídios brasileiros
O problema da superlotação é um câncer que atinge quase que 100 % o sistema prisional do Brasil. Presos amontoados por falta de espaço. O número de presidiários cresce de forma assustadora. Em média um agente penitenciário faz a vigilância de 100 prisioneiros. Esta situação cada vez se agrava por falta de investimentos estatal no setor. As prisões são consideradas,e são de fato depósitos de homens vivos, em alguns casos de mortos. Existem os detentos que sabem que suas vidas não valem nada. Qualquer faísca e eles são os primeiros a ter o pescoço nas facas dos companheiros de cárcere. A realidade atual do nosso sistema prisional nos remonta a uma reflexão: Imagine o caos que seria se não existe no intramuros um profissional para garantir o fiel cumprimento da execução da pena? Este trabalhador é o agente penitenciário. Um herói que não é devidamente valorizado pelos governos e sociedade.
Sistema prisional japonês
No Brasil o sistema penitenciário tem por objetivo a ressocialização do preso. No Japão a finalidade é o arrependimento. Aqui no nosso país são comuns as rebeliões, inclusive em muitos caso com refém servidor penitenciário. No país oriental o penitente não tem direito a nem tomar banho, apenas se lavar com toalha molhada. Os apenados não olham para os rostos dos policiais. Aqui no Brasil o preso encara o agente penitenciário com olhar ameaçador. Lá não existe interferência de palhaços que se autodenominam paladinos dos direitos humanos. Preso tem horário para trabalhar, e cedo. No sistema prisional brasileiro, juízes põem nas ruas, com pretexto de saída para trabalho, bandidos, criminosos, que em muitos casos roubam e voltam para o seu refúgio à noite. Em contrapartida, no Japão, os prisioneiros têm direito a alimentação adequada a sua cultura religiosa ou formação civil. Nos nossos presídios presos se alimentam com gêneros alimentícios de péssima qualidade. Qual o modelo que realmente funciona melhor?
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